Modelo elétrico tem comandos divertidos e é extremamente confortável. No entanto, se viável no Brasil, carro não custaria menos de R$ 80 mil.
Trazer um carro elétrico para o Brasil de forma viável, para a Nissan, significa comercializar o Leaf (folha, em inglês) por preços entre R$ 80 mil e R$ 110 mil. Por esse motivo, o presidente da companhia no Brasil, Christian Meunier, desconsidera as vendas do modelo tão cedo por aqui. Apesar da falta de competitividade no preço, o modelo virou arma de marketing da companhia japonesa, que promove diversas ações com o elétrico para fortalecer a imagem da marca no mercado brasileiro. Entre elas, está a disponibilidade de qualquer consumidor dirigir a novidade.A Nissan trouxe uma frota de dez unidades do Leaf para ser mostrada ao público no chamado Nissan Inova Show (evento que promete levar a “experiência da marca” para mais de 100 mil pessoas, em 30 cidades brasileiras), mas também para provar ao governo brasileiro a viabilidade da tecnologia. Juntando esses dois “públicos”, o objetivo da montadora é um só: fazer com que a opinião pública ajude a convencer o governo de proporcionar incentivos para a comercialização de veículos elétricos no país.

Por mais que você esteja preparado para a falta de vibração e ruído, é estranho pressionar o acelerador e esperar que o carro se movimente. Mas é assim mesmo, para mim e todos os que dirigem o Nissan Leaf pela primeira vez. Manobro com cuidado quase exagerado para sair do pátio onde os carros estão estacionados. Alguns segundos depois, ao entrar numa via expressa, já estou dirigindo o hatch como um carro normal. Ou quase isso.
A resposta do Leaf ao acelerador não é "normal", é vigorosa e imediata, como fica evidente assim que piso fundo no acelerador no trecho de acesso à estrada. O torque (28,55 kgfm) é instantâneo.
Para conferir a análise técnica realizada pela Revista Auto Esporte, clique aqui.
Para conferir a análise realizada pelo G1 em São Paulo, clique aqui.
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