Uma alternativa à rede eletrificada, presente na operação de trólebus, pode estar bem próxima ao sistema. Será a nova geração do veículo, mas sem as alavancas que captam a eletricidade dos fios.
Fonte: Revista AutoBus
Um dos itens desfavoráveis na implantação de uma infraestrutura para trólebus, sempre criticado quando o assunto é indicado como melhor opção na redução dos efeitos negativos dos gases poluentes vindos do sistema urbano de transporte feito por ônibus, é que sua rede de cabeamento (fios) não traz embelezamento nenhum ao ambiente das cidades.
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Porém essa imagem pode ganhar um novo panorama nas cidades, com uma proposta bem inovadora e ousada. Trata-se da inexistência da rede área para uma nova versão do trólebus, configurado apenas com elementos que promovem seu abastecimento energético em pontos (de embarque e desembarque) já determinados pelo corredor em que rodará. Uma iniciativa, até então, inédita e bem interessante. A idéia começará a ganhar corpo através de um projeto elaborado por Antonio Vicente Souza e Silva, engenheiro eletrônico e diretor da Manvel, além de diretor-técnico da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico).
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